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» » » Sindicalista critica percentual de reajuste dos servidores de Campina Grande


O diretor de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais do Agreste da Borborema (Sintab), ex-vereador Napoleão Maracajá, criticou o reajuste concedido aos servidores municipais de Campina Grande, no valor de 3%.
Napoleão também questionou a postura do prefeito Romero Rodrigues.
Foto: Paraibaonline
– 3% é insignificante diante do índice de inflação. A forma como a coisa tem sido conduzida é muito dolorosa. O prefeito chegou à reunião sem nenhum secretário. Sequer ele levou a pauta, que foi protocolada no início do mês. Foi uma reunião extremamente infértil. Esperamos ter uma próxima reunião e que o prefeito convoque todos os secretários, como tem que ser e como foi outrora, pois a pauta diz respeito a todos os secretários. Agora você chegar numa reunião sem a pauta… E não é a primeira vez, o que mostra o desprezo dele pelo documento, que é feito nas assembleias – pontuou.
Além do reajuste dos 3%, Maracajá lamentou ainda os gastos do município e questionou a verdade sobre a “crise” vivida pela cidade.
– Nós precisamos discutir a crise com verdade e transparência. Quanto é que o município está gastando com diárias, com combustível, com locação de carros, com comissionados e prestadores de serviço, com eventos, com patrocínio, com doações a clube de futebol e outros gêneros? Até entendo que os servidores possam oferecer um sacrifício, desde que essas verdades sejam discutidas e documentadas – explanou.
Napoleão frisou ainda que a Prefeitura de Campina Grande se esconde atrás da crise.
Ele alertou para uma possível greve dos servidores da saúde.
– Se escondem atrás da crise, mas não apresentam a radiografia do município. Sem apresentar a radiografia do município, dificilmente vamos frear uma greve dos servidores da saúde no dia 1° de outubro. Os servidores não aceitam essa história da crise sem a radiografia irrestrita do que o município recebe e para onde ele destina cada centavo. A partir daí, se for comprovado que não há excessos em áreas desnecessárias e supérfluas, os servidores, certamente, estarão dispostos a oferecer algum sacrifício. Caso contrário, não tem como aceitar a crise como argumento – externou.

Edson Pereira

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