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» » » Dirigente ameniza críticas de Veneziano e diz que PMDB não pode definir candidatura por risco de crime eleitoral

O tesoureiro do PMDB estadual, Antônio de Souza, admitiu que o partido não está trabalhando um nome para a disputa ao governo do estado em 2018. Após uma cobrança do deputado Veneziano Vital do Rêgo para que o senador José Maranhão (presidente do partido) assumisse a condição de pré-candidato, o dirigente ponderou que ainda não é momento para isso e que a medida faria o partido incorrer em prática de crime eleitoral.
“Dizer que estamos trabalhando numa campanha, não estamos. Estamos fora do processo eleitoral e isso seria prática de crime eleitoral”, advertiu Souza. Ele evitou polemizar com o colega de partido e afirmou que Veneziano estaria correto em suas colocações sobre a ausência de uma candidatura neste momento, mas acrescentou que a cobrança seria injusta: “Ninguém pode exigir isso. Quando Vené decidiu ser candidato, ele não anunciou que era, ele passou a visitar as bases”.
Antônio Souza destacou que está sendo difícil desenvolver atividades políticas no estado, por parte do senador José Maranhão, por conta do momento político em Brasília. Mesmo assim, reforçou que nenhum dos outros prováveis nomes na disputa, como o senador Cássio Cunha Lima (PSDB), Luciano Cartaxo (PSD) e Romero Rodrigues (PSDB), estariam realizando pré-campanha. “Todos estão se movimentando de forma natural. Visitar um prefeito, uma base, é inerente na política. Essas viagens são obrigatórias para os dirigentes partidários”, disse.
O tesoureiro destacou também que o momento é de estruturar o partido para definir como o PMDB irá se portar nas próximas eleições.

Edson Pereira

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