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Vereador Regis agradece STTP pelo atendimento de seu pedido

O vereador Sargento Régis fiscalizou e agradeceu a STTP pelo atendimento de sua reivindicação para que a STTP, implantasse  faixas de pedestre, vagas para deficiente e redutor de velocidade em frente da Câmara Municipal de Campina Grande.
- É muito importante estas ações da STTP para facilitar o acesso da população aos orgãos publicos, disse o vereador.
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Ex-diretor Executivo da Funjope manda recado para Maurício Butity: ‘será que precisarei participar motivos a Cartaxo’


André Coelho disse que, mesmo fora da PMJP, Burity insiste em lhe prejudicar
















O ex-diretor Executivo da Funjope, André Coelho, fez ameaças, nesta quarta-feira (29), ao atual diretor fundação, Maurício Burity, na nas redes sociais. Segundo André, mesmo ausente da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) Burity insiste em lhe prejudicar e insinua que terá que revelar ‘motivos’ ao prefeito Luciano Cartaxo (PT).
 
“O que me trai é minha memória. Será que precisarei participar a @lucianocarto os motivos? Complicado!”, postou André na sua conta pessoal no twitter. 
 
“Queria compreender porque mesmo ausente da @pmjponline o ‘competente’ Maurício Burity insiste em tentar me prejudicar. Objeto de estudo”, alfinetou. 
 
Nas postagens, Andre Coelho ratifica que não se arrepende de ter deixado a PMJP para apoiar a candidatura do senador Cássio Cunha Lima (PSDB) nas últimas eleições, mesmo tucano sendo derrotado. 
 
“Não me arrependo do que disse ou fiz. To com @ cassiocl e não abro”, postou. 
 
As postagens do ex-diretor também foram repercutidas pelo jornalista Heron Cid na sua coluna no jornal Correio da Paraíba desta quinta-feira (30). 
 
 MaisPB
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Governo do Estado demite professores, técnicos, auditor e pessoal da Saúde


Exonerações foram publicadas na edição desta quinta-feira Diário Oficial do Estado

Governador Ricardo Coutinho anunciou reforma









O Governo do Estado demitiu mais 17 servidores comissionados nesta quinta-feira. A lista de exonerados está na edição de hoje do Diário Oficial do Estado.

O grupo exonerado conta com professores, técnicos administrativos, um médico e um técnico em enfermagem. Ao todo, foram 17 exonerações.

Os funcionários afastados tinham cargos de confiança e estavam ligados às secretarias de Educação e Saúde e também na Controladoria Geral.

Logo após a reeleição, domingo passado, o governador Ricardo Coutinho (PSB) anunciou que fará uma reforma no Governo do Estado.







MaisPB
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Mais de 100 mil pessoas ficam sem água na PB


Fornecimento será suspenso em 22 bairros de Campina Grande e em outros 11 municípios durante esta quinta-feira (30).
Vinte e dois bairros de Campina Grande e outros onze municípios da região ficarão sem água nas torneiras hoje, durante a maior parte do dia. Assim, mais de 100 mil pessoas serão atingidas pela falta de água. A Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa) informou que vai suspender o abastecimento nesses locais nos turnos da manhã e tarde, para realizar manutenção em duas adutoras e em uma estação de tratamento que fazem parte do sistema de abastecimento da empresa.
No caso de Campina Grande, ficarão sem água, das 8h às 17h, os moradores dos bairros Bodocongó I, II e III, Rocha Cavalcante, Cinza, Verdejante, Lucas I, II e III, Estreito, Aragão, Catolé de Boa Vista, Vila Cabral de Santa Terezinha, Santa Terezinha, Sítio Jorge, Caridade, Mirante, Alto Branco, Nova Brasília. Também ficarão sem água os moradores da zona rural e dos distritos de Galante e São José da Mata.
Nesse mesmo horário também faltará água nos municípios de Alagoa Nova, São Sebastião de Lagoa de Roça, Matinhas e Lagoa Seca. Já nas cidades de Olivedos, Cubati, Seridó, São Vicente do Seridó, Pedra Lavrada e Sossego, o fornecimento será interrompido das 7h às 16h. Por fim, em Pedras de Fogo, os moradores ficarão sem água das 8h às 22h.
Segundo a Cagepa, a interrupção do abastecimento nessas cidades é necessária para corrigir falhas na adutora do Cariri, na Estação de Tratamento de Pedras de Fogo e na adutora de água bruta em Boqueirão. Em caso de dúvidas, a população pode entrar em contato com a empresa através do telefone 115.
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Seis hospitais de Campina Grande são multados


Conselho Administrativo de Defesa Econômica condena hospitais por formação de cartel e aplica multa de R$ 3 mi.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), órgão do governo federal, condenou ontem seis hospitais de Campina Grande por formação de cartel. Além desses estabelecimentos, também foram condenadas duas entidades representativas do setor, acusadas de influenciar os hospitais a praticar este tipo de conduta. O processo, que tramita desde o ano de 2003, teve como relator o conselheiro Márcio de Oliveira Júnior, e foi julgado na sessão realizada na manhã de ontem. Somadas, as multas aplicadas aos hospitais e entidades chegam ao valor de aproximadamente R$ 3 milhões.
O processo administrativo em questão foi instaurado pelo Cade após representação do Procon de Campina Grande. De acordo com o órgão federal, as investigações apontaram que esses hospitais tentaram negociar coletivamente com operadoras de planos de saúde a cobrança de preços mais altos pela prestação de seus serviços, o que constitui crime contra a ordem econômica. Em caso de recusa, os estabelecimentos em questão ameaçavam se descredenciar dos planos, como aconteceu com a Geap no início de 2003.
Por essa razão, foram condenados o Hospital Antônio Targino, a Clínica Santa Clara, o Hospital Pedro I, a Clínica e Pronto Socorro Infantil e Hospital Geral (Clipsi), a Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), o Sistema de Assistência Social e de Saúde – SAS (Hospital João XXIII), a Associação Paraibana de Hospitais e o Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Paraíba.
Além deles, também faziam parte do processo o Serviço de Assistência Médica Infantil de Campina Grande (Samic), a Clínica Santa Maria, o Instituto Neuropsiquiátrico Campina Grande, o Instituto de Tisiologia e Pneumologia Campina Grande, o Hospital Central de Campina Grande e a Mater Dei Policlínica. No caso desses estabelecimentos, alguns deles já desativados, o Cade decidiu pelo arquivamento do processo devido à ausência de provas suficientes para condenação.
O presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado da Paraíba, entidade que representa as unidades citadas, médico José Targino, informou que o sindicato não pode se posicionar sobre o assunto porque ainda não tem conhecimento da condenação.
Em relação ao mérito do processo, ele disse que não houve tentativa de imposição de preço por parte dos hospitais.
Segundo ele, o descredenciamento ocorreu, na época, porque os valores pagos pela operadora de saúde eram baixos e não compensavam, do ponto de vista financeiro, a esses estabelecimentos. Já em relação à Associação Paraibana de Hospitais, nenhum de seus representantes foi localizado.
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Maranhão revela que PMDB terá candidato a prefeito de João Pessoa


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CDL vai inscrever para concurso


Concurso, que é dividido em duas categorias, premiará a vitrine da loja conveniada que for enfeitada de forma mais atrativa.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campina Grande abrirá as inscrições para o concurso de decoração natalina na segunda quinzena de novembro, de acordo com o presidente da CDL, Tito Motta. O concurso, que é dividido em duas categorias, premiará a vitrine da loja conveniada que for enfeitada de forma mais atrativa e a casa ou condomínio que possuir a decoração externa mais criativa. A ideia, segundo Tito, é criar um clima natalino na cidade que, além de deixá-la mais bonita, estimule as compras de final de ano.
“Quando mais enfeitada a cidade estiver, mais as pessoas vão se sentir estimuladas a participar das festividades de final de ano. Além disso, com esse concurso, pretendemos atrair visitantes de outras cidade do compartimento da Borborema, o que também ajudará na movimentação do comércio”, explicou o presidente da CDL.
As inscrições para a etapa residencial do concurso poderão ser feitas através do envio de fotos e endereço para o site da CDL ou na própria sede da organização, no centro da cidade, e deverão durar cerca de 20 dias. O valor das premiações deverá ser divulgado na semana que vem.
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No Congresso, feridas da campanha travam "diálogo" prometido por Dilma

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Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Dilma Rousseff falou em “união” no seu primeiro discurso como presidenta reeleita. Aécio Neves, o candidato derrotado do PSDB, estendeu a mão. Em um ponto, aliados e adversários concordavam: no novo mandato, a petista terá de ampliar os canais de diálogos com movimentos sociais, o empresariado, o Congresso. Mas bastaram dois dias para o Planalto perceber o tamanho da encrenca.
As feridas abertas durante a campanha ainda sangram. Candidato a vice de Aécio Neves, o senador Aloysio Nunes (PSDB) discursou exaltado, na terça-feira 28. Na tribuna, ele contestou a “autoridade moral” do governo para iniciar o diálogo após ser usar “canalhas” de redes sociais para espalhar boatos contra o candidato tucano. Para Nunes, Dilma demonstrou compactuar com a estratégia ao fazer insinuações sobre agressão a mulheres e consumo de drogas.
Mas não são apenas os adversários declarados que cobram a fatura da campanha. Enquanto Nunes vociferava no Senado, na Câmara o presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves, do PMDB, maior partido de sustentação do governo, liderava a sessão que derrubou o decreto da presidenta sobre a participação de conselhos populares. O decreto era caro à petista, que elegeu a reforma política como uma das prioridades do segundo mandato.
A criação de conselhos populares é controversa. Seus defensores falam em “aprimoramento da relação do governo com a sociedade”. Os críticos dizem esta é uma prerrogativa do Legislativo e questionam os critérios para a escolha dos integrantes. A oposição fala em “bolivarianismo”.
Ao fim da votação, o presidente Alves falou em “decisão histórica” e “altivez”. A altivez, no entanto, talvez tenha outro endereço. Alves acaba de ser derrotado na disputa pelo governo de seu estado, o Rio Grande do Norte. Ele atribui a culpa pela derrota à atuação do ex-presidente Lula, que apoiou e gravou depoimento em favor de seu adversário, o governador eleito Robinson Faria (PSD). A fatura não demorou a chegar – e está longe de ser a única.
Como previsto, 2015 começou antes para a presidenta. E 2014 não acabará tão cedo.
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Arrecadação federal bate recorde em setembro, mas decepciona governo


Resultado do mês passado foi mais uma vez favorecido por receitas extraordinárias e representa alta de apenas 0,92% sobre o mesmo mês de 2013

No ano, arrecadação teve alta real de 0,67%, para R$ 862,5 bilhões
No ano, arrecadação teve alta real de 0,67%, para R$ 862,5 bilhões (Marcos Issa/ Bloomberg News/VEJA)
A arrecadação de impostos e contribuições federais totalizou 90,7 bilhões de reais em setembro, recorde para o mês, mas um resultado decepcionante para as contas do governo, que esperava alta bem superior no acumulado do ano. Até o mês passado, a soma atingia 862,51 bilhões de reais, alta real (descontando a inflação) de menos de 0,7% (0,67%) sobre igual período de 2013, número pífio se comparado com os 3,5% esperados inicialmente pela equipe econômica da presidente Dilma Rousseff (PT).
E as consequências devem ser mais aparentes em 2015, quando se fará um urgente ajuste fiscal. O órgão informou que o resultado de setembro foi influenciado, sobretudo, por uma receita extra de 1,64 bilhão de reais com o Refis. Mesmo esse resultado decepcionou o governo, que projetava 2,2 bilhões de reais.  
Por outro lado, pesaram os 8,39 bilhões de reais em desonerações fiscais, oriundas das diversas medidas adotadas pelo governo para tentar estimular a economia. No ano, essas desonerações somaram 75,69 bilhões de reais até o mês passado, 35% a mais do que a cifra em igual período de 2013.
O resultado de setembro representa um crescimento de 0,92% ante o mesmo mês do ano passado e foi favorecido, novamente, por receitas extraordinárias, como as registradas com o Refis, programa de parcelamento de débitos atrasados do governo. No mês, maioria dos tributos federais mostrou arrecadação menor no mês passado em relação setembro de 2013. O destaque ficou para as quedas reais de 6,12% no Imposto sobre Importação ; de 2,93% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI); de 3,3% na Cofins; e de 3,8% no recolhimento de PIS e Pasep.
A Receita ainda considerou que o crescimento da arrecadação em 2014 certamente será menor do que 1%, mantida a situação atual, com o crescimento da economia e o aumento das despesas ante as receitas. “Precisamos ver como vão se comportar as variáveis futuras, que dependem do cenário. Teremos de esperar o relatório de receitas e despesas que será divulgada agora em novembro", disse o secretário-adjunto da Receita Federal. Luiz Fernando Teixeira Nunes.

A baixa arrecadação, juntamente com a expansão dos gastos públicos, já acabou com as chances de a meta de superávit primário deste ano, de 99 bilhões de reais, ou 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB) ser cumprida, reforçando o quadro de deterioração dos indicadores da economia brasileira.
(Com Agência Brasil, Reuters e Estadão Conteúdo
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Paraíba tem orçamento de R$ 11 bilhões para 2015


Comissão de Orçamento divulga calendário de tramitação da LOA









A Comissão de Acompanhamento e Controle da Execução Orçamentária, da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), divulgou, na tarde desta quarta-feira (29), o calendário de tramitação do projeto da Lei Orçamentária Anual (LOA) referente ao exercício de 2015.Para 2015, foi estimada a receita no montante de R$ 11.225.147.733,00, e fixada a despesa em igual valor.
A LOA estima a receita e fixa a despesa do Estado. O deputado Raniery Paulino (PMDB) será o relator do projeto. De acordo com o calendário de tramitação, o prazo para apreciação do parecer preliminar é até o dia 5 de novembro, e ele deverá ser publicado no dia 6 do mesmo mês.

Entre 7 e 21 de novembro, será realizada uma audiência pública para debater a proposta com os deputados, entidades e a sociedade civil organizada. As emendas parlamentares ao projeto deverão ser apresentadas também entre 7 e 21 de novembro.

Já a apreciação do parecer definitivo sobre o projeto da LOA ocorrerá no período de 24 de novembro a 13 de dezembro. Esse parecer deverá ser publicado no Diário do Poder Legislativo (DPL) em 14 de dezembro, e o projeto poderá ser incluído na ordem do dia a partir de 15 de dezembro.


 Assessoria 
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Os bastidores do vai e vem ministerial: os feridos, os fortalecidos e os irritados


Dilma reeleita: corrida ministerial movimenta Brasília
Dilma reeleita: corrida ministerial movimenta Brasília (Ueslei Marcelino/Reuters)
Prata da casa — Os que tinham a esperança de que Dilma escolhesse um nome de mercado para o Ministério da Fazenda terão de encarar os fatos: a presidente ficará mesmo com seu rebanho na hora de compor a equipe econômica. Nada de banqueiros. Tampouco vão embarcar economistas de linhagem diferente da desenvolvimentista. Até o momento, o mais cotado é Nelson Barbosa, ex-secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Meses atrás, quando questionado pelo site de VEJA sobre o interesse, Barbosa negou. Contudo, nos bastidores, sabe-se que o economista se tornou figura frequente no bairro do Ipiranga, onde Lula mantém seu QG, em busca de apoio para a postulação. Dilma havia se mostrado reticente. Agora, encara o economista como uma saída mais sensata. "Ele seria uma boa escolha por ter bom trânsito no governo, no Congresso e entre os empresários", afirma um cacique petista.
Melhor que nada — No mercado financeiro, o nome de Barbosa não é malquisto como o de seu ex-chefe, Guido Mantega. "Não concordo com o que ele pensa. Mas o respeito como economista. Já o Mantega...", diz um gestor de fundos. Em Brasília, o sentimento é de que a presidente não morre de amores por ele, mas precisa de um ministro com características conciliadoras e que aceite, sem maiores crises, que o chefe da pasta será mesmo ela. Barbosa, por sua vez, não teria de trabalhar com seu desafeto Arno Augustin, que deixa a Secretaria do Tesouro Nacional ao final deste governo.
Fica, vai ter bolo — O atual presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, embora não seja aclamado pelo mercado, é visto pelos governistas como um nome que "não causa muitos problemas". O governo pode fazer, contudo, mudanças pontuais em algumas diretorias do BC. Já na Fazenda, o único dos atuais secretários que deve permanecer na pasta é Dyogo Oliveira, que ocupou a secretaria-executiva interinamente após a saída de Nelson Barbosa.
Quase lá — Para a pasta da Agricultura, a senadora Kátia Abreu é a número um da fila. Não é de hoje que a presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA) pavimenta seu caminho até a Esplanada. Nos dois últimos anos, principalmente em 2014, houve uma aproximação forte com a presidente Dilma. Kátia se tornou espécie de “consultora” para assuntos do agronegócio no Palácio do Planalto. A ‘amizade’ criou até mesmo desavenças na própria CNA, já que a senadora foi criticada por não fazer a oposição que as federações do setor exigiam. A trajetória política também foi providencial. A senadora deixou a oposição (DEM-TO) em 2011, transferiu-se ao PSD de Gilberto Kassab, apoiador de Dilma e, em seguida, ao PMDB, que é o ‘dono’ da pasta no governo.
Doce — Sem função parlamentar em 2015, depois da derrota nas eleições para governador do Rio Grande do Norte, Henrique Eduardo Alves vem sendo sondado pelo governo para assumir a pasta da Previdência, que é comandada pelo seu tio, Garibaldi Alves. A aliados, o atual presidente da Câmara disse que, por ora, não aceitará o cargo. Voltará para Natal para cuidar dos negócios da família e militar pelo partido.
Prêmio de consolação — Dar a Previdência a Henrique Alves é a estratégia do governo para acalmar os ânimos do peemedebista depois da derrota que sofreu em seu estado natal. Alves ficou irado depois que o ex-presidente Lula apareceu apoiando seu adversário Robinson Faria (PSD-RN).
Nova ala — O atual ministro-chefe da Casa Civil, Aloizio Mercadante, tem não apenas tentado se manter forte no governo, mas também procura emplacar nomes em outras pastas. Uma das tentativas de Mercadante é arrumar um substituto para Paulo Bernardo, que hoje ocupa o Ministério das Comunicações. Depois de o nome de Bernardo e de sua mulher, a senadora Gleisi Hoffman, aparecerem entre os possíveis favorecidos do esquema de corrupção da Petrobras, a base governista considera improvável que o ministro seja mantido.
Balão de ensaio — A escolha dos novos ministros do governo Dilma está dividida em várias frentes. De um lado, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, está conversando com os partidos aliados à sigla para dar início à distribuição de ministérios. Do outro, o articulador é o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva, que tem contado a diversos aliados os nomes que gostaria no governo, como forma de testá-los junto à opinião pública. Os rumores sobre o presidente do Bradesco, Luiz Carlos Trabuco, assumir a Fazenda são de autoria do ex-presidente.
Em alta — Novato na pasta, o ministro da Saúde, Arthur Chioro, tem grandes chances de permanecer no cargo. Nos bastidores de Brasília, fala-se que seu nome é defendido com afinco por empresários da indústria farmacêutica. A maior dificuldade dos governistas no âmbito da Saúde seria, contudo, garantir um nome forte para a presidência da Anvisa — agência que foi fatiada entre diversos partidos. Outros nomes que aparecem com grandes chances de compor o Ministério de Dilma são: Miguel Rosseto que cresceu na ação petista e com Dilma, Aguinaldo Ribeiro do PP, pelo seu desempenho no Ministério das Cidades e no seu trabalho junto ao PP e Jacques Wagner, governador da Bahia.
Órfão — Derrotado, o ex-ministro Alexandre Padilha (PT-SP) também poderia voltar para Brasília, já que ficou sem nenhum cargo. A dificuldade da volta está no fato de seu nome ter sido citado nas denúncias da Operação Lava-Jato, apesar de nada ter sido comprovado.
Pé na rua – Quem não ficará no governo são os ministros Guido Mantega (Fazenda), Marta Suplicy (Cultura) e Mauro Borges (Desenvolvimento). Mantega, que está no cargo há quase oito anos, já teve sua demissão anunciada durante a campanha presidencial. Marta deve sair por ter sido uma dos principais entusiastas do movimento "Volta, Lula". Já Borges assumiu o MDIC de forma quase que interina, quando Fernando Pimentel deixou a pasta para disputar o governo mineiro pelo PT. 
Direto de Minas — Josué Gomes, filho do ex-vice-presidente José Alencar, é um dos mais cotados para assumir a pasta do Desenvolvimento no lugar de Mauro Borges. Petistas afirmam que, mesmo derrotado no Senado, Gomes fez a "lição de casa" durante as eleições. 
Com Veja
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Deputado se diz ‘desmotivado’ e deixa o mandato na Câmara Federal


Suplente terá 30 dias para assumir o mandato, que se encerra em 31 de janeiro de 2015

O deputado federal Carlos Souza (PSD-AM) renunciou nesta quarta-feira (29) ao mandato parlamentar. Ele se diz “desmotivado” por não ter conseguido se reeleger. A carta de renúncia foi lida no plenário da Câmara dos Deputados pelo deputado Inocêncio Oliveira (PR-PE), que presidia a sessão.

"Resolvi tomar a decisão de antecipar minha renúncia ao cargo de deputado federal em virtude de não ter logrado êxito nas eleições", escreveu Souza na carta de renúncia. “Sinto-me desmotivado para continuar no exercício do cargo".

Segundo ele, "por compreender o recado das urnas”, ele não se sentiria “confortável em permanecer mais esses meses sem corresponder às expectativas em mim depositadas pelo povo amazonense”.

A renúncia se deu logo depois de processo contra ele no Supremo Tribunal Federal (STF) por tráfico de drogas ter sido colocado em pauta.

Mas a renúncia não deve impedir que Souza continue a ser julgado pelo STF, mesmo sem o foro privilegiado. Isso porque os ministros já decidiram em outro caso de renúncia parlamentar que, quando a renúncia se dá após a apresentação das alegações finais da defesa, o processo não volta para instâncias inferiores da Justiça.

Segundo a Câmara, Carlos Souza estava no terceiro mandato como deputado. Quem assumirá no lugar dele é Luiz Fernando Sarmento Nicolau, também do PSD-AM, que já foi deputado federal e usava o nome parlamentar de Dr. Luiz Fernando. Ele terá 30 dias para assumir o mandato, que se encerra em 31 de janeiro de 2015.

G1

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Candidatos eleitos na Paraíba serão diplomados no dia 17 de dezembro


saulobenevidesOs candidatos que foram eleitos nessas eleições – deputados, senadores e governador – serão diplomados pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE) no dia 17 de dezembro, confirmou o presidente, desembargador Saulo Benevides, nesta quarta-feira (29), durante sessão. A solenidade pode ser realizada na Estação Ciência, mas local definitivo ainda está sendo discutido pelos membros do TRE.
De acordo com Saulo Benevides, a Justiça Eleitoral tem até o dia 19 de dezembro para fazer essa diplomação. O desembargador informou que pensou em antecipara para o dia 5 ou 10 de dezembro, mas o julgamento das prestações de contas dos candidatos impede essa antecipação.
“Confesso que pensei em antecipar para não deixar a data tão próxima ao prazo final, mas fui lembrado de que as contas desses candidatos precisam ser julgadas então a melhor data é 17 de dezembro”, explicou.
Além da Estação Ciência, foram cogitados o auditório do Espaço Cultural e o Centro de Convenções, mas a discussão sobre o local foi adiada até que seja averiguada as condições dos locais citados.
Este ano a Paraíba elegeu 36 deputados estaduais, 12 federais, um senador e dois suplentes, além de governador e vice-governador.
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Edmilson Soares desconversa sobre ligação para Ricardo Barbosa para discutir presidência da ALPB

edmilson
O deputado estadual Edmilson Soares (PEN) não afirmou, mas também não negou, que tenha ligado para Ricardo Barbosa (PSB) no intuito de discutir a possibilidade de disputar a presidência da Assembleia Legislativa da Paraíba. Nessa terça-feira (28), Barbosa afirmou ter recebido um telefonema de Edmilson para falar sobre o assunto.

Contudo, nesta quarta-feira (29), Edmilson desconversou e disse apenas que o assunto eleição da Mesa Diretora deveria ser discutido apenas em janeiro de 2015. “Esse é um assunto para janeiro. Muitos candidatos irão aparecer e muitos cafés da manhã, almoços e jantares irão ocorrer até lá”, falou.
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Presidente do Bradesco está cotado para o Governo Dilma II


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Foto: Divulgação / internet

Com a reeleição de Dilma Rousseff (PT), vários nomes começam a circular para a substituição de Guido Mantega no Ministério da Fazenda.
O mais recente é o do atual presidente do Bradesco, Luis Trabuco.
Ele acalmaria o mercado, já que atende todo o setor, mesmo não sendo banqueiro. Outros nomes também são cotados: Nelson Barbosa, que é ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda, o empresário Abílio Diniz e Josué Gomes da Silva, filho do ex-vice-presidente José Alencar, morto em 2011, conforme o jornal Folha de São Paulo.
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Senador promete que a oposição vai dar dor de cabeça em Dilma


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Foto: Agência Brasil

Mesmo em desvantagem numérica, o senador José Agripino Maia (DEM-RN), que foi coordenador da campanha presidencial de Aécio Neves, promete que a oposição vai dar dor de cabeça ao governo no Senado.
“Voltaremos a ter o protagonismo do segundo mandato de Lula”, afirma.
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Renan diz que Senado derrubará decreto que cria conselhos populares

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), disse hoje (29) que “dificilmente” o decreto presidencial que cria a política e o sistema nacional de participação popular será mantido na Casa.

Ontem (28), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de decreto legislativo que derruba o decreto presidencial e agora o Senado vai votar o projeto. Se o projeto de decreto legislativo for aprovado, o decreto presidencial será revogado.

De acordo com Renan, os senadores também vão aprovar o projeto de decreto legislativo aprovado pelos deputados. “Essa coisa do decreto, eu não enxergo como derrota. Já havia um quadro de insatisfação com a aprovação dessa matéria. Ela ser derrubada na Câmara não surpreendeu. Da mesma forma que não surpreenderá se ela for, e será, derrubada no Senado Federal.”

Ele lembrou que há muito tempo a proposta de criação de conselhos populares enfrentava resistência, mas negou que a tendência de rejeitá-la tenha relação com o resultado das eleições. O decreto presidencial prevê a criação de conselhos com a participação de membros de entidades da sociedade civil organizada, como sindicatos, por exemplo, para auxiliar o governo na tomada de decisões, em contato direto com ministérios para a formulação de políticas públicas.

Muitos parlamentares, no entanto, entendem que, pela proposta, esses conselhos se sobrepõem às atribuições do Congresso Nacional e podem evitar que alguns temas sejam debatidos no Parlamento. “Essa dificuldade já estava posta desde antes das eleições. Apenas se repete. Essa coisa da criação de conselhos é conflituosa, não prospera consensualmente no Parlamento. Deverá cair”, reiterou Renan.

O senador criticou as declarações do secretário-geral da Presidência da República, ministro Gilberto Carvalho, que considerou a derrubada do decreto presidencial na Câmara uma “vitória de Pirro”, que “não significa nada, a não ser a vontade conservadora de impor uma derrota política à presidenta”. A expressão "vitória de Pirro" é usada no caso de conquistas obtidas por meio de esforços demasiado penosos.

Para Renan, o ministro não sabe do que está falando. “Sinceramente, mais uma vez, o ministro Gilberto Carvalho não está sabendo nem o que está falando”, afirmou.

O presidente do Senado admitiu, porém, que existem muitos projetos prioritários na pauta da Casa e que ela precisará ser “organizada” para definição das próximas votações. No entanto, Renan lembrou que o projeto de decreto legislativo aprovado pela Câmara está tramitando em regime de urgência e deverá ter prioridade, mas a data para a votação ainda será marcada.

Outro projeto que deverá ser votado logo no Senado é o que trata da troca do indexador das dívidas dos estados com a União. Ao longo de todo o ano, os senadores discutiram o assunto e diversos governadores estiveram em Brasília negociando para que suas dívidas sejam atualizadas com juros menores.

Segundo Renan, o projeto será finalmente votado. Ele lembrou que havia uma negociação com o governo para que, tão logo passasse o segundo turno das eleições, fosse votada a troca do indexador das dívidas. "É um assunto prioritário para a próxima semana. Há um compromisso em relação a esse calendário tanto do Senado quanto do Ministério da Fazenda.”

Renan Calheiros falou também sobre as eleições para presidente do Senado, em fevereiro do ano que vem, quando muda a legislatura e os recém-eleitos tomam posse.

O PMDB se manterá como o maior partido da Casa e, por isso, tem direito a indicar um nome para a presidência. Ele negou, no entanto, que seja candidato à reeleição neste momento. “Meu nome não está posto. Nunca acontece de um nome ficar posto por decisão pessoal. Quando isso ocorre, é produto da vontade da maioria da bancada. Mas essa é questão para janeiro. Em janeiro, o PMDB senta, conversa e escolhe o candidato a presidente."
Fonte: Agência Brasil
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